terça-feira, 12 de abril de 2011

O sucesso do FLISOL 2011 em Goiânia

Diversas comunidades goianas que atuam no desenvolvimento e divulgação do software livre promoveram, em várias cidades do Estado, no último sábado (09/04/2011), a sexta edição do Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre (FLISOL 2011). Em Goiânia, o evento foi promovido no campus Perimetral da Faculdade Alves Faria (Alfa), onde compareceram mais de 1,5 mil pessoas, entre estudantes, professores e pessoas interessadas em conhecer novas tecnologias, o sitema GNU/Linux e software livre. Este ano foi organizada uma caravana que veio da cidade de Gurupi-TO, distante 640 km de Goiânia.

Um dos presentes na abertura do evento foi o deputado estadual Fábio Souza, representando a Assembleia Legislativa de Goiás. O deputado ressaltou em seu discurso a importância do uso do software livre e citou um projeto de lei que libera sua utilização nos órgãos estaduais, além de prometer total apoio as comunidades goianas.

O FLISOL não é um evento exclusivo para especialistas na área de computação e tecnologia. O festival tem por objetivo apresentar o software livre ao maior número possível de pessoas. Durante todo o dia, voluntários que integram as comunidades goianas criaram ambientes interativos que permitiram a troca de experiências e conhecimento entre os participantes. Além disso, foram realizadas palestras, oficinas e cursos que apresentaram a filosofia, o alcance e os avanços do software livre, que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem qualquer tipo de restrição.

Abaixo vocês podem conferir algumas fotos do evento, que é conceituado em Goiânia pelo elevado número de participantes. Este ano a participação foi massiva, e diversas pessoas sentaram no chão para assistir as palestras. Para os próximos eventos os organizadores já devem estar vacinados.

Abertura do FLISOL 2011 em Goiânia.
Foto: Fabio Dino / Divulgação.

Abertura do FLISOL 2011 em Goiânia.
Foto: Fabio Dino / Divulgação.

Abertura do FLISOL 2011 em Goiânia.
Foto: Fabio Dino / Divulgação.

Confirmação de inscrição no evento.
Foto: Fabio Dino / Divulgação.

Arrecadação de alimentos para doação.
Foto: Fabio Dino / Divulgação.

Palestra no evento.
Foto: Fabio Dino / Divulgação.

Palestra no evento.
Foto: Fabio Dino / Divulgação.


Gostaria de dar os parabéns a toda comunidade do software livre e usuários das distribuições GNU/Linux pelo sucesso do FLISOL.

Fica também o convite para todos participarem nas próximas edições. Vale a pena.

Conhecimento é sempre bem vindo...

domingo, 27 de março de 2011

Mudanças no Trilha do Dinossauro

Saudações meus amigos.

Fiz algumas alterações no Trilha do Dinossauro, agora o blog possui uma logomarca representada por ninguém menos que o Tyrannosaurus rex. A logomarca foi adaptada de um wallpaper disponível na internet, que deixo disponibilizado abaixo para quem interessar.



A princípio a ideia sempre foi criar uma logomarca baseada no T. rex. O fundo verde do blog não agradava muito, e agora achei muito bom. Gostaria de dar os devidos créditos ao autor da imagem mas não encontrei nenhuma informação de autoria.

Em breve mais postagens. Aguardem.

Um grande abraço a todos...

quarta-feira, 23 de março de 2011

Firefox 4.0 no Ubuntu 10.10 Maverick Meerkat

Firefox 4.0 acaba de ser lançado, e quem é usuário do Ubuntu 10.10 não precisa esperar a próxima versão para ter a raposa instalada. É simples demais.



Não existe segredo, basta abrir o terminal e digitar:

sudo add-apt-repository ppa:mozillateam/firefox-stable
sudo apt-get update
sudo apt-get upgrade

Quando você iniciar o Firefox terá a versão 4.0 instalada em inglês como mostra a figura abaixo.



Para deixar deixar em português do Brasil também é muito fácil. Com o Firefox aberto você acessa o link abaixo e instala a extensão Locale Switcher. Não tem segredo é só seguir as instruções até ser solicitado para reiniciar o Firefox.


Logo após, você baixa o pacote de idiomas no link abaixo e salve em uma pasta da sua preferência.


Com o Firefox aberto você clica em: File > Open File. Navegue até a pasta onde salvou o arquivo e clique nele. Basta mais uma vez seguir os passos e quando reiniciar o navegador ele fica automaticamente em português.



Lembrando que essa instalação não afeta a versão do Firefox 3.6 já instalado.

Aqui no meu computador a raposa ta voando alto.

Fóssil de 70 milhões de anos é encontrado em Uberaba


Paleontólogos do Triângulo Mineiro encontraram no início deste ano um fóssil com vários ossos em bom estado de conservação de mais um exemplar da espécie Uberabatitan ribeiroi. A espécie, descrita pela primeira vez em Uberaba, é o maior dinossauro já encontrado no Brasil. Viveu há 70 milhões de anos, tinha de 15 a 20 metros de comprimento e cerca de 3,5 metros de altura.

Fóssil estava enterrado próximo a MG-050, em Uberaba.
Fonte: Luis Carlos Borges Ribeiro / Divulgação.


Os ossos do dinossauro mineiro vieram à tona depois das chuvas do início deste ano, que retiraram a terra do entorno do fóssil. Metade de um osso da perna ficou à mostra. O fóssil estava às margens da rodovia MG-050, que liga Uberaba a Uberlândia. Os restos do animal estavam próximos ao local onde outros três indivíduos, provavelmente de uma mesma família, foram encontrados.

Segundo o paleontólogo, Luis Carlos Ribeiro, os três primeiros espécimes foram achados durante a reforma da rodovia, em 2004. “Retiramos mais de 300 toneladas de rochas, em quatro meses de escavações. Mas só podemos retirar os ossos no período de seca, pois o material é frágil, e molhado pode se romper”, afirmou. Ainda de acordo com Luis Carlos Ribeiro, em abril, as escavações ao redor do novo fóssil devem ser retomadas. Em janeiro, metade de um osso da perna foi retirado local.



Fonte: Clipping do CPRM - Serviço Geológico do Brasil, 23 de março de 2011, ed. nº 041/2011. Para maiores informações acesse o site da Associação Profissional dos Geólogos de Goiás - AGECO.

Agradeço a bióloga Fabiana Angélica pela divulgação da notícia e indicação da fonte.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Coleção Dinossauros do chocolate Surpresa

Quem lembra do maravilhoso chocolate Surpresa?

Sem exageros, esse era meu chocolate favorito, e não é por causa dos dinossauros (será que não?). Bem antes disso houveram outras promoções como: Campos e Cerrados, Sertões e Cães de Raça. Eu ainda guardo alguns dos cards que vieram junto com o chocolate. Outra coisa legal do chocolate Surpresa é que trazia sempre algo em alto relevo na barra, de acordo com cada promoção. Eu sempre tive curiosidade de saber o que mais atraia a molecada, o chocolate em si ou a figurinha.



Vou ser honesto, acho que a última vez que comi um chocolate Surpresa foi no ano 2000. Depois disso não lembro mais de ter notícias até 2007 com uma nova versão. O grande problema destas coleções, pelo menos no meu caso, era o “parto” para conseguir o álbum de figurinhas. Perdi a conta de quantas vezes mandei cartas com as embalagens na tentativa de ganhar um álbum. Não apenas da coleção dos Dinossauros, isso aconteceu com outros como Ping Pong Pantanal, Ping Pong Amazônia, e por aí vai. Em todas estas promoções, eu enchia envelopes de cartas com embalagens. Tudo em vão. O álbum nunca chegava na minha casa.

Quando começou a coleção Dinossauros em 1993, eu fiquei totalmente desesperado. Como a grana era muito curta (e ainda é) meu chocolate era comprado de vez em quando. Mas meus amigos ajudavam também, sempre guardavam as embalagens e cards para minha pessoa. Eu não tenho como precisar a quantidade de cartas que enviei na tentativa de ganhar o álbum. Acredito que acabei recebendo por causa da insistência. No fim das contas eles devem ter mandado o álbum na intenção de que esse dinomaníaco não torrasse mais a paciência deles. Em todo caso, no ano de 1994 eu recebi finalmente em casa.

Até esta data já se passaram quase 17 anos que tenho o álbum, eu cuidava dele com tanto carinho e dedicação. Com o tempo eu comecei a trabalhar e ficar cada vez mais ausente em casa, e o tempo (e meu descuido) acabou deixando sua marca. Mas hoje ele está muito bem guardado e espero que dure muitos e muitos anos ainda.



Eu ainda guardo o card que veio no primeiro chocolate da coleção Dinossauros que eu comi. Antes de mais nada a primeira coisa eu fiz foi ler todas as informações que estavam no verso do card. Logo após resolvi copiar tudo para uma folha do caderno e fiz um desenho também. Isso porque o jumento que vos escreve aqui resolveu colar o card na cabeceira da cama. Anos depois quando resolvi tirar ele ficou um pouco danificado, agora também é guardado junto com o álbum.

Esse primeiro card foi justamente de um dinossauro brasileiro: Staurikosaurus pricei. O gênero Staurikosaurus significa “Lagarto cruzeiro do sul”, pois se refere a esta constelação visível apenas no hemisfério sul. O nome específico pricei é uma homenagem ao seu descobridor, o paleontólogo brasileiro Llewellyn Ivor Price.



Para participar da promoção era muito simples, bastava preencher 4 embalagens do chocolate Surpresa e enviar pelo correio que, segundo a Nestlé, o álbum chegava em até 4 semanas.



Esta coleção marcou a vida de muitos dinomaníacos. Ela veio logo após um sucesso muito grande da série Família Dinossauros (1992) e conviveu junto com o lançamento de Jurassic Park (1993).



Infelizmente eu não consegui completar a coleção. Faltam dois cards ainda: Cynognathus crateronotus (nº 01) e Maiasaura peeblesorum (nº 28). Agora se você pesquisar na internet pode encontrar facilmente o álbum completo para baixar.

Agora eu já decidi que vou completar esse álbum de uma vez por todas. Vou imprimir as duas figurinhas que faltam e completar de uma vez a coleção. Lembro bem que o card do Tyrannosaurus rex só apareceu a primeira vez alguns dias após receber o álbum em 1994. Foi um dia muito feliz.



No final do álbum o mascote aparecia alertando: ...os cientistas ainda têm muitos quilômetros pela frente. Dessa forma saberemos cada vez mais a respeito dos dinossauros... Frase bem verdadeira. Os dinossauros “mudaram” muito dessa época até os dias atuais. A paleontologia vem se cercando cada vez mais de novas metodologias e outras áreas do conhecimento.



Algum tempo atrás a Nestlé voltou com uma coleção Surpresa das Meninas Superpoderosas e do Homem-aranha, se não me falha a memória. Não era a barra de chocolate e sim uma espécie de rosquinha com granulado. Que absurdo. Isso foi uma desagradável Surpresa.

Por favor Nestlé, volte a fabricar o chocolate Surpresa, eu coleciono tudo de novo.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Conheçam o maior dinossauro carnívoro do Brasil: Oxalaia quilombensis


O Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) anunciou hoje (16/03/2011) a descoberta do maior dinossauro carnívoro do Brasil. Batizada de Oxalaia quilombensis, a espécie faz parte do grupo de espinossaurídeos, dinossauros com crânio alongado e espinhos que formam uma espécie de vela nas costas.

Figura 01. Ilustração do Oxalaia quilombensis.
Foto: Museu Nacional/Divulgação.

Acredita-se que o animal, que media entre 12 e 14 metros (do crânio à ponta da cauda) e pesava entre 5 e 7 toneladas, viveu há cerca de 95 milhões de anos, no litoral do Maranhão. Antes da descoberta do Oxalaia quilombensis, o maior dinossauro carnívoro brasileiro era o Pycnonemosaurus, que media 9 metros.

Segundo a pesquisadora Elaine Machado, do Museu Nacional, a espécie foi identificada a partir de um conjunto de fósseis, com partes do maxilar e dentes do dinossauro, encontrado em 1999 na Ilha do Cajual, no Maranhão. A identificação da espécie e a divulgação da descoberta, no entanto, demoraram 12 anos.

“Ele era o réptil dominante da Ilha do Cajual. E esse é um grupo de dinossauros que desperta grande interesse não só aqui no Brasil quanto lá fora, porque tem características diferentes de outros dinossauros carnívoros. E, por ter sido uma das estrelas do filme Jurassic Park, ele chama muita atenção”, disse.

O dinossauro brasileiro também é considerado o segundo maior espinossaurídeo do mundo, ficando atrás apenas do Spinosaurus aegyptiacus, identificado em 1915, no Egito. Duas espécies de espinossaurídeos já haviam sido descobertas no Brasil, na bacia do Araripe: Irritator challengeri e Angaturama limai. O nome Oxalaia é uma homenagem à divindade africana Oxalá e quilombensis remete ao fato de que a Ilha do Cajual já foi um quilombo, onde viveram descendentes de escravos.

Também foram anunciadas hoje, na Academia Brasileira de Ciências, mais três descobertas paleontológicas brasileiras. Entre elas está uma nova espécie de crocodiloformo (antepassado dos crocodilos) de 80 milhões de anos, chamado de Pepesuchus deisae. O crânio do réptil foi encontrado na bacia Bauru, em São Paulo.

Outra descoberta foi o fóssil, de 7 milímetros, de um maxilar com sete dentes de um lagarto pré-histórico, ocorrida em Presidente Prudente, em São Paulo. A espécie batizada de Brasiliguana prudentis, que media de 15 a 20 centímetros, viveu entre 70 milhões e 80 milhões de anos atrás.

Também foi anunciada a descoberta de penas fósseis de dinossauros de 115 milhões de anos, na bacia do Araripe.

sábado, 5 de março de 2011

Já saiu o local do FLISOL 2011 em Goiânia: será realizado na Faculdade Alfa

Agora é oficial, assim como no ano passado o FLISOL 2011 será mais uma vez na Faculdade Alfa aqui em Goiânia. Outras cidades de Goiás onde o evento será realizado são: Anápolis, Itapuranga, São Luiz de Montes Belos, Cocalzinho e Uruaçu.

O FLISOL já é um evento consagrado em Goiânia, e a cada ano tem atraído um número maior de participantes. O evento é gratuito e aberto a todo público, quem marcar presença só tem a ganhar, seja leigo ou expert. O objetivo do FLISOL é promover o uso do software livre em geral, além de criar interatividade entre usuários e desenvolvedores, promovendo palestras, minicursos e muito mais.

A data do evento está marcada para o dia 09 de abril. Quem se interessar pode acompanhar todas as novidades na página do FLISOL-GO.



Software Livre é um direito de todos.